MAQUINARIOS: Concentrados no lançamento de seu novo album

Prestes a completar 5 anos de existência, a banda MAQUINÁRIOS vem carregando consigo a atual vertente d rock pesado com suas letras cantadas em português.
Nascida no norte do Brasil a banda lançou seu registro de estréia “Seis milhas para o inferno” que conta com 4 faixas gravadas no Mr. Som em São Paulo e produzido por Marcelo Pompeu e Heros Trench.

Com esse lanamento, a banda inicia na cena do rock brasileiro trazendo consigo participações de peso em seu registro.
Rogério Fernandes, vocalista do Carro Bomba, que tem em seu histórico bandas como Golpe de Estado creditou sua participação na faixa que da nome ao disco. Além de Rogério, o próprio produtor Marcello Pompeu, vocalista da banda de metal brasileira Korzus também participa do registro.

Matheus Andrighi em entrevista ao JacareZine falou um pouco sobre as mudanças da banda, a repercussão de seu lançamento (Seis Milhas para o Inferno) e planos futuros!

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A banda foi formada em 2010, como foi o processo de formação da banda? Porque Maquinarios?

Matheus Andrighi: Como toda banda, a Maquinarios também foi construída em virtude de um longo processo de lapidação. Desde o momento em que demos início as nossas primeiras metas como banda em 2010, até o momento em que isso se consolidou em 2014, podemos acompanhar e solidificar a proposta sonora de acordo com a nosso amadurecimento como músicos. O nome surgiu a partir de um leque de possibilidades, escolhemos o que mais se adequava dentro das opções e acabou se consolidando.

 

Quais as influências da banda?

Bom, as influências se estendem aos mais diversificados subgêneros dentro do rock. Mesclamos os “fragmentos”, por assim dizer, da estrutura em que é moldada a base da Maquinarios. Nos últimos tempos temos ouvido bastante bandas de metal e rock feitas no Brasil, principalmente as atuais. Para o primeiro disco conseguimos reunir vários elementos que vão desde o Hard Rock, Thrash e do Heavy dos anos 80 e 90, ao blues enérgico dos últimos álbuns do Black Sabbath.

 

No ano passado a banda lançou o EP “Seis Milhas para o Inferno”, como foi/está sendo a repercussão desse trabalho?

O EP foi a nossa possibilidade de entrada no mercado independente, além do nosso primeiro experimento como músicos. Foi eficaz em firmar a nossa primeira base de público de moldar a formação definitiva. E agora nos concentramos no lançamento do nosso primeiro álbum oficial.

Image front

 

Como foi trabalhar com os renomados produtores Marcelo Pompeu e Heros Trench?

Pompeu e Heros são praticamente a Meca do metal nacional quando falamos em termos de produção. Conseguem incumbir de forma precisa grandes trabalhos dentro do gênero do Brasil e poder trabalhar no primeiro disco com pessoas tão experientes só agregam no resultado final. Alguns detalhes essenciais das músicas são resultado do trabalho realizado em parceria com os dois.

 

Como funciona o processo de composição?

Atualmente o nosso processo de composição tem inicio em algum fragmento de peça instrumental. A partir daí, nós começamos a projetar a letra em cima dos arranjos e o processo acontece de forma paralela, tanto para a linha instrumental, quanto para a letra. Não é difícil que a ordem aconteça de forma inversa, porém as últimas canções têm sido construídas dentro desse formato. A obra em si é formulada pelos três.

 

Após algumas alterações a banda segue em trio agora, porque vocês optaram seguir em trio?

Tocar em trio significa antes de tudo responsabilidade. Além de representar um desafio, em termos de execução, responsabilidade é o que nos define quando estamos fazendo o nosso trabalho como banda. Em três nós conseguimos lidar muito bem com todo o processo criativo e administrativo, levando em conta que encontrar as peças certas para que tudo aconteça de forma natural e eficaz é muito difícil. Em trio, nós acabamos nos encontrando como banda.

 

Disponibilizar músicas na internet, um fator positivo um negativo?

Ambos. Acreditamos que o fator tênue entre sucesso e o insucesso na distribuição digital vêm de um conjunto de fatores determinado planejamento. Ter um material de qualidade em mãos, criar um plano de veicularão e distribuição, publicar e “vender” para o publico adequado ao seu som é que o irá definir o fator positivo da distribuição online da sua música.

 

Ainda em relação a internet, qual a importância de ter um bom merchan e forte trabalho nas redes sociais?

Em 2015, você só existe se estiver em todas as plataformas digitais. Essa é a premissa para qualquer banda, empresa ou qualquer que seja a organização. É lógico que de nada adianta estar em todo lugar se a raiz de tudo não estiver em uma música forte e de qualidade, uma boa assessoria, um bom CD e um bom clipe de um single. As redes sociais são as correntes de informação que irão levar ao público tudo o que a banda produz. Portanto, antes ou abaixo disso, estão ocultos um emaranhado de processos que também são cruciais para que o público se interesse pelo que será postado nas redes.

 

Em relação ao lançamento do primeiro álbum completo (Intacto), como foi o processo de composição? O que vocês podem adiantar sobre as músicas?

O intacto é a reunião das situações responsáveis por termos nos tornado uma banda de fato. Nos julgamos prontos para lançar o nosso primeiro disco desde o inicio de 2014, com a entrada do Diego e todos os outros fatores que se desencadearam ao longo dos anos ao nosso favor. Durante esses meses nós convivemos de forma intensa, compomos as músicas de acordo com as situações reais que aconteceram em nossas vidas, reformulamos e evoluímos duas canções antigas e criamos outras sete que representassem o nosso grito de iniciação no metal cantado em português.

 

Planos para uma turnê no Brasil? E para o próximo ano, quais são os projetos?

Todos! Estamos trabalhando duro no nosso primeiro Full para que 2015 seja o nosso ano. Queremos rodar pra valer, lançar algumas surpresas, aumentar o nosso público e dar para aqueles que já nos acompanham um trabalho de alto nível.

 

Muito obrigado pela atenção e qual mensagem vocês gostariam de deixar aos nossos leitores?

Gostaríamos antes de tudo de agradecer pela oportunidade cedida a banda e dizer que 2015 será, assim como o ano que passou, um degrau a mais para as bandas de metal brasileiras. A qualidade vem aos poucos se tornando a principal meta e grandes grupos estão surgindo e se reinventando todos os dias. Gostaríamos de convocar a todos a abrirem suas portas para as bandas do brasil e que vocês se surpreendam cada vez mais com o que vêm por ai. Nos vemos em 2015!

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